Traduzido como O Sol É Para Todos, To Kill A Mockingbird é, sem sombra de dúvidas, o meu romance favorito.
O romance escrito pela autora americana Harper Lee foi lançado em 1960 e virou filme em 1962. Apesar de ser o único livro da autora, lhe valeu um Prêmio Pulitzer, entre outras honrarias.
A história é narrada por Scout, uma menina de seis anos de idade que vive com o seu irmão Jem e seu pai, o advogado viúvo Atticus Finch, interpretado nas telonas por Gregory Peck (vencedor do Oscar pelo filme, único de sua carreira). A trama se passa numa pequena cidade do Alabama na época da depressão americana. Uma terra assolada pelo preconceito racial que, by the way, é o ponto alto do livro: pois Atticus é encubido de defender Tom, um negro acusado errôneamente de ter estuprado uma jovem branca. O livro pode parecer denso e pesado, mas, até por ser narrado por uma garotinha, é leve e encantador. Todos os personagens narrados por Harper são únicos:
Calpúrnia, Dill, Boo Radley, entre outros.
O romance, considerado um dos melhores dos EUA, já foi escolhido por diversos bibliotecários da Grã-Bretanha como a obra que todo mundo deve ler antes de morrer no dia mundial do livro de 2006, deixando pra trás O Senhor dos Anéis, Orgulho e Preconceito, 1984 e até mesmo a Bíblia.
Só por curiosidade, a autora foi representada nos cinemas no longa metragem Capote (2005). A atuação de Catherine Keener lhe rendeu um oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. A autora americana era a melhor amiga do jornalista, também estadunidense.
Pra quem pretende ler o livro, não aconselho ver o vídeo abaixo. Quem já leu vai adorar relembrar um dos pontos altos da obra: o discurso de Atticus no julgamento de Tom:
JABÁS
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Curti muito esse livro! Mas lendo seu texto, reparei que To Kill a Mockingbird é almadiçoado... único livro da Harper Lee... único Oscar do Peck... único sei lá o que... HUAHEUAHEUHAEUH
Abração e continue postando!
Unknown disse...
15 de março de 2009 às 13:21